domingo, 21 de agosto de 2016

Falta olhares, abraços, sorrisos...
Sobra espaço na cama, no abraço, no laço... 

Então, vem o sentimento se despedaçando e transformando cada pedaço em gelo. Não há mais calor e talvez nem mais amor.
Talvez seja resultado de um novo amor ou um antigo talvez? 

A mão estremece e o coração aperta com medo de saber o real motivo, mas como viver assim parecendo como se não existisse?! 

Os dias estão mais cinzas e o ar mais gélido, me lembrei que é inverno. 
Talvez, eu é quem não seja mais verão na sua vida! 

                                                                                                                                                    
                                                                    Foto: Coisas Que Pairam
                                                                      Modelo e texto: B. Uziel  

sábado, 10 de janeiro de 2015

Os anos passam

Com o tempo, tudo passa...
Os sorrisos, o olhar encantado, os passeios ao parque...
Com o tempo, tudo passa...
A beleza de inicio, o amor antigo, os beijos tímidos...
Com o tempo tudo passa...
Toque, querencia, ausência , poemas, cartas...
Os anos passam, as coisas mudam. 
O amor permanece, porém a mente parece que voa pra longe dali.
Tentamos proteger um vazio, um castelo de papel.
Sempre esquecendo que o mundo é só um ponto azul no céu.
E nós o que somos nesse meio fio?! 

                                                                        Foto: Ka Uziel Fotografia

sábado, 18 de janeiro de 2014

Amor Matinal

Na bagunça do nosso lençol, 
você me beija com gosto de café. 
E em nosso quarto, paira o perfume do nosso amor matinal.


                                                               Photo: Fonte Google

Borboletas no Estômago

Saudade de parar e escrever sobre as borboletas no estômago e os olhos brilhantes das palavras aveludadas, ditas ao pé do ouvido.
Das mãos suando e do sorriso tímido.
Por mais que as palavras não façam sentindo, ou esteja em plena desordem.
Porém, até o menos sábio, verá que falo sobre o amor!




                                                                       Photo: Ka Uziel Fotografia

domingo, 29 de setembro de 2013

Para onde foi

Pra onde foram as palavras lindas, que fazem brilhar seus olhos e dão mais vida aos seus dias?
Pra onde foram os beijos fora de hora, que faz soltar sorrisos de amor?
Pra onde foi o abraço em público, que te deixa tímida?

Pra onde foi o eu te amo sussurrado, que te faz sentir borboletas no estômago?
Pra onde foi toda aquela brincadeira, que te faz sentir um adolescente, conhecendo seu primeiro amor? 
Pra onde foi todo aquele amor? 
Será que caiu no mar e se afogou?
Se souber nadar, faça me o favor! Talvez só você pode trazer de volta o que já é meu.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Metrô 24horas por dia

Funcionamento do metrô 24horas ou não, dá o que falar né?! Sim, eu sou contra. Pra quem não sabe o que ocorre quando está fechado, se informe. Por que eu sei. O povão quer comodidade mas esquece da segurança, então vai lá. Peçam o metrô 24horas sem paradas para inspeção. E depois não vem reclamar que os metrôs estão quebrando, que descarrilhou e etc. Ai vem os inteligentes... E os de Nova York ? Eos da puta que pariu? Hey galera acorde. Aqui não é a puta que pariu aqui é Brasil e não é assim que funciona aqui. Para ser como lá fora precisariam mudar tudo, mas e ai vocês ficariam sem metrô para trocarem tudo? Pagariam mais caro na passagem depois? Porque é óbvio que aumentariam, se pra essas linhas precárias já aumentam imaginam uma de primeira linha?!

Agora se querem que aqui funciona como lá fora então porque não vão pra fora logo e deixa o resto da população usar o metrô com segurança como sempre foi. Inspecionado nas horas que estão fechado.


Pra quem não sabe:


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Palavras ao Vento





Palavras ditas são ao vento, as escritas não.
Não temos o menor controle sobre o que dizemos e nem devemos ter, é inútil, é levado pela brisa. Mais o que escrevemos é nosso, é sentido e é puro.
Por isso não me sinto uma covarde por preferir escrever do que dizer, afinal, um telefonema é esquecido e uma carta é guardada.
O falado se esquece, o escrito se abrange e se grava.
O que pra mim são palavras ditas e saem de infinitas maneiras com o som da voz, mas o que é escrito é fixo e soa como o leitor lê, é um só.
Por isso escrevo o que sinto e penso e só digo as futilidades para o vento levar, as risadas ressonantes.
No fim só resta o mais puro eu feito a caneta no papel